Boa notícia para a ciência brasileira! 🇧🇷

A CAPES/MEC firmou acordos transformativos de leitura e publicação com três das maiores editoras científicas do mundo — ACM, Elsevier e Springer Nature — que permitirão leitura e publicação de artigos sem custos de taxas de processamento (APCs) para pesquisadores vinculados às instituições participantes do Portal de Periódicos da CAPES.

 

📚 O que muda?

✔️ Pesquisadores poderão ler e publicar artigos em acesso aberto ou em periódicos híbridos sem pagar taxas que antes podiam chegar a milhares de dólares por artigo.

✔️ Os acordos com Elsevier e Springer Nature começam a valer em 1º de janeiro de 2026, enquanto o acordo com a ACM já está em vigor.

✔️ Mais de 400 instituições brasileiras serão beneficiadas com acesso ampliado e condições melhores para divulgar sua produção científica internacionalmente.

 

🌍 Essa iniciativa fortalece a política nacional de acesso aberto, amplia a visibilidade internacional da pesquisa brasileira e reduz barreiras financeiras que dificultavam a publicação em revistas de alto impacto.

 

📈 Em um cenário de desafios orçamentários para a ciência no país, essa medida representa um passo importante rumo à democratização do conhecimento científico e à promoção de uma ciência mais acessível e colaborativa.

 

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É com imenso orgulho e grande satisfação que o Programa de Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular (PPGBM), do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal do Pará (UFPA), celebra a conquista do Conceito 7 na avaliação da CAPES — o mais alto nível atribuído à programas de pós-graduação no Brasil.

Esse resultado representa o reconhecimento da excelência acadêmica e científica do PPGBM, bem como do sólido apoio institucional da UFPA. Tal conquista evidencia a expressiva inserção nacional e internacional do Programa e seu relevante impacto socioeconômico para a região Amazônica, especialmente no que se refere à formação de recursos humanos altamente qualificados e comprometidos com a transformação da realidade regional, à qualidade da produção científica e ao fortalecimento das atividades de pesquisa, extensão, inovação e divulgação científica.

A obtenção do Conceito 7 é fruto do apoio institucional contínuo e do trabalho coletivo de docentes, discentes, egressos, técnicos administrativos e colaboradores, que, com dedicação e compromisso, constroem diariamente um programa sólido, inovador e alinhado aos desafios científicos contemporâneos.

Com esse reconhecimento, o PPGBM reafirma seu papel de destaque na área de Ciências Biológicas I, contribuindo de forma significativa para o avanço do conhecimento científico, para o desenvolvimento do Brasil e da Amazônia e para o fortalecimento da pós-graduação brasileira.

Parabenizamos toda a comunidade acadêmica envolvida nessa trajetória de excelência. Essa conquista é de todos nós. 💙💛

Descubra o Parque Arqueológico do Solstício: um sítio arqueológico real no Amapá com 127 blocos de granito alinhados com o movimento solar!

Localizado em Calçoene - Amapá, esse monumento foi construído por povos indígenas há mais de mil anos.

Estudos científicos documentam alinhamentos com o solstício de inverno, sugerindo que os construtores tinham conhecimento sobre ciclos solares.

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Temos orgulho de anunciar que o projeto “Rede Franco-Brasileira de Diversidade Biossintética da Amazônia” foi aprovado no Edital CAPES/COFECUB nº 09/2025, uma iniciativa de cooperação internacional em rede, conectando instituições de excelência do Brasil e da França.

Esta rede criará um atlas internacional da diversidade biossintética microbiana, com foco em solos amazônicos. Microrganismos são capazes de sintetizar uma enorme quantidade de compostos químicos com atividade biológica — e grande parte do potencial de comunidades microbianas ainda permanece desconhecido, principalmente na Amazônia. A partir de amostras de solo e métodos de triagem de alto rendimento, o projeto visa identificar genes com potencial biotecnológico, que impulsionará a inovação farmacêutica a partir da biodiversidade amazônica e a formação de jovens pesquisadores em áreas estratégicas como genômica microbiana, biologia sintética e bioinformática.

No Brasil, o projeto é desenvolvido de forma integrada por uma rede nacional de instituições: UFPA, CNPEM/LNBio, UNICAMP e Universidade de São Paulo – Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP-FMRP). A equipe brasileira é composta pelos pesquisadores Dra. Maria Paula Schneider (UFPA), Dr. Diego Assis (UFPA; @diegoassis00), Dr. Rafael Baraúna (UFPA; @rafael.barauna), Dr. Allan Veras (UFPA; @allanverasce), Dra. Valéria Merzel (UNICAMP; @valeriamaiamerzel) e Dra. Daniela Trivella (CNPEM; @trivelladaniela), sob coordenação do Prof. Dr. Artur Silva (UFPA; @amazoniaearth). Todos os 7 pesquisadores fazem parte do PPGBM (@ppgbm.ufpa), do ICB (@icb.ufpa), UFPA (@ufpa_oficial).